Ministério da Cultura e Id Cultural apresentam
Festival Imagina!
Festival Imagina!
Festival Imagina!
Tecnologia e Arte em movimento!
O que acontece quando a inovação digital encontra a pulsação das ruas?
O Festival Imagina! nasce para ser essa ponte. Somos um evento que acredita que a tecnologia só faz sentido quando gera movimento: seja no pensamento, na cultura ou no território. Em 2026, ocupamos as redes e o espaço público para mostrar que o futuro não é algo que se espera, é algo que se experimenta.
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Batman é um dos grandes diretores de arte e curadores do Brasil, com trabalhos que vão do palco da Marisa Monte às Olimpíadas, levou o Brasil para a Times Square e vem trazendo o mundo para o Brasil há décadas através do Festival Multiplicidade. A conversa explora como experiências artísticas imersivas podem alterar nossa percepção — mas também a generosidade de quem, podendo só fazer os próprios projetos, escolheu criar um festival que formou uma geração inteira. E agora, como pai de jovens entrando na vida adulta, como ele vê o futuro da criação num mundo em que a IA redesenha tudo.
Seu celular é um acessório ou um arquiteto da sua personalidade? A futurista Paula Martini propõe uma reflexão profunda sobre o papel das tecnologias móveis na construção do indivíduo contemporâneo. Como educadora digital, ela alerta que a constante mediação das telas está redesenhando nossos hábitos e valores, transformando a maneira como nos conectamos com o mundo e, principalmente, conosco mesmos.
A conversa reúne o olhar do Salta Educação (com iniciativas como EAI e eletivas de inovação em gastronomia, música e cinema) e a experiência do Futuros (antigo Oi Futuro) para discutir como a escola pode estimular projeto de vida de forma prática, ampliar repertório e conectar alunos com possibilidades que eles nem sabiam que existiam.
Com a IA gerando textos, imagens e músicas, a criatividade humana é colocada em questão. A conversa parte do programa Meu Mundo (LIV), em que alunos escrevem seus próprios livros, para discutir como autoria, expressão e repertório continuam sendo habilidades centrais — e como a escola pode cultivá-las de forma intencional, mesmo num mundo onde a máquina também "cria".
Com respostas cada vez mais acessíveis via IA e buscadores, o papel da escola se desloca: não é mais entregar informação, mas formar jovens que questionam, interpretam e fazem boas perguntas. A conversa traz exemplos concretos de como transformar o aprendizado em algo mais significativo, despertando curiosidade, autonomia e senso de descoberta.
Num cenário em que a indústria de games cresce exponencialmente e as profissões ligadas a ela se multiplicam, a conversa desmistifica a ideia de que jogar é perda de tempo e mostra como o universo dos games pode ser um caminho profissional legítimo — do design ao e-sports, da programação à narrativa.
Onde termina o som e começa o movimento? Para Lenine Vasconcellos, doutor em Artes Cênicas e diretor do projeto Partitura Encena, essa fronteira é o território da inovação. Neste episódio, exploramos como a música não apenas acompanha, mas "escreve" o corpo em cena, revelando os bastidores de uma pesquisa que transforma vibrações sonoras em dramaturgia viva.
Como transformar uma paixão das ruas em um dos maiores movimentos de empreendedorismo social do Brasil? Ademar Lucas, o rosto por trás da Ademafia, desvenda os bastidores da criação de uma marca que é, antes de tudo, uma comunidade. Um papo sobre visão, resiliência e a capacidade de inovar fora dos escritórios tradicionais, usando o skate para manobrar as dificuldades do sistema.
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